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Uso de bicicletas ganha novas regras no Rio e em São Paulo


 

 
Ciclistas nas ruas, atenção em dobro. O uso de bicicletas tem sido objeto de estudo nas capitais Rio de Janeiro e São Paulo. Para que se evitem acidentes de bicicletas, é preciso que motoristas e os próprios ciclistas respeitem as leis de trânsito. Em São Paulo, quem colocar em risco à vida dos ciclistas no trânsito terá que pagar multa. Já na capital fluminense, o debate gira em torno de tecnologia e mobilidade com as bikes modernas.
 
 
A prefeitura de São Paulo iniciou as multas na última segunda feira (14). Os agentes tiveram treinamentos e usam bicicletas para fazer vistoriais nas ruas. O objetivo do aumento da fiscalização é uma possível melhoria na relação entre motoristas e ciclistas. A pena para quem, no trânsito, acabar por forçar os ciclistas a mudarem o trajeto ou a frearem bruscamente será de R$ 53,20, além de três pontos na carteira. Não reduzir a velocidade ao ultrapassar uma pessoa de bicicleta também irá gerar multa, mas com valor mais alto: R$ 127,69 e cinco pontos na carteira. No entanto, para que a multa seja aplicada, o ciclista precisa respeitar as regras de trânsito.
 
 
No Rio de Janeiro, a discussão sobre as bikes elétricas tem gerado polêmica entre a prefeitura e o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). A questão gira em torno do que será considerada a bicicleta elétrica – um ciclomotor ou uma bicicleta comum. Para o Denatran, deverá ser considerada um ciclomotor, o que leva a necessidade do uso de capacete, de ter habilitação e licenciamento do veículo. Já a prefeitura contesta essa ideia e publicou um decreto no início da semana passada afirmando que a bicicleta elétrica é igual à comum. O Denatran, que é um órgão de estado, não validou a ordem.
 
 
A prefeitura exige apenas que o piloto tenha mais de 16 anos e não passe dos 20 quilômetros por hora. “Eu tenho certeza que o decreto municipal é correto. É inaceitável que em pleno século 21 a gente crie constrangimentos ou burocracia para as pessoas andarem de bicicleta”, defendeu o prefeito do Rio, Eduardo Paes.
 
 
Fonte: Ciclo Vivo
 


15 de maio de 2012