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Tributo Ambiental discutido no relatório da ONU


O último relatório da ONU propôs a criação de um imposto internacional sobre movimentações financeiras como forma de patrocinar o combate à mudança climática. A promessa foi feita na cúpula do clima de Copenhague, no ano passado. O painel diz que bancar a luta contra o aquecimento é "financeiramente factível e politicamente viável".
 

O documento foi entregue ao secretário-geral, Ban Ki-moon, por um painel de especialistas integrado pelo megainvestidor George Soros e pelo conselheiro econômico da Casa Branca, Larry Summers, ex-reitor da Universidade Harvard.
 

Em fevereiro, a equipe foi encarregada por Ban de encontrar fontes de verba para que os países ricos cumpram sua promessa de levantar US$ 100 bilhões por ano a partir de 2020 para combater as emissões de carbono e ajudar os países pobres a se adaptarem ao clima.
 

Segundo Ban "será necessária uma vontade política consistente". Segundo Stoltenberg, o grupo chegou a três conclusões: primeiro, será preciso colocar um preço nas emissões de CO2, principal gás-estufa, da ordem de US$ 25 a tonelada. Depois, "novos instrumentos de financiamento público poderiam levantar dezenas de bilhões de dólares por ano".
 

A ONG Amigos da Terra, porém, criticou o relatório por enfatizar demais o papel do setor privado. Confira as informações e as críticas da ONG Amigos da Terra sobre a “CPMF das Mudanças Climáticas”.

Mais informações sobre o relatório e sobre a proposta de imposto em Folha.com.


13 de novembro de 2010