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Pequeno príncipe brasileiro e sustentável


Baobá” é a nova coreografia musical da Cisne Negro, companhia de dança paulistana fundada em 1977, por Hulda Bittencourt. O espetáculo é inspirado no clássico de Antoine de Saint-Exupéry, “O Pequeno Príncipe”. As apresentações do grupo pelo Brasil têm entrada gratuita.

A direção é assinada por José Possi Neto. O processo de criação durou mais de um ano, Possi Neto partiu da principal lição do pequeno habitante do asteroide B612 para criar um espetáculo com coreografias de Dany Bittencourt, texto de Eduardo Ruiz e trilha original de Miguel Briamonte. “O espetáculo fala da responsabilidade em relação ao planeta”, afirma Dany, diretora de ensaio e coreógrafa da Cisne.

 



Na adaptação o pequeno príncipe aterrissa no norte do Brasil e conhece um príncipe afro-brasileiro que, aos poucos, revela a destruição do planeta. “‘Baobá’ é uma reflexão sobre a obra de Saint-Exupéry. Fala sobre as características e diferenças dos dois planetas. Ele eleva a reflexão da sustentabilidade. Tudo gira em forma de poesia”, afirma Dany Bittencourt.

A Cisne Negro é um dos grupamentos de dança mais tradicionais do País, lembrado até hoje por montagens como “O Quebra-Nozes”, o estrelado em 1993 por Ana Botafogo e Marcelo Misailidis.

O espetáculo segue normas de sustentabilidade em sua produção e em seu conteúdo. As apresentações nos feitas teatros do SESI foram adaptadas para o formato pocket show. Os organizadores garantem que a versão reduzida passa a mesma mensagem e estabelece um diálogo por meio da dança sobre a diferença dos mundos e a preservação ambiental.

O elenco de “Baobá” que percorre o Brasil no circuito do Sesi é formado Harrison Gavlar, Felipe Silva, Morvan Teixeira e Stephanie Stevanato, com participação da artista convidada Letícia Mamede.

No próximo mês, o espetáculo completa um ano nos palcos. “Baobá” estreou em junho do ano passado, no teatro do Sesc Vila Mariana.

 

fonte: Cisne Negro


26 de maio de 2011