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O fim das lâmpadas incandescentes


A nova medida para economizar energia começa em 2012 e vai até 2016. As lâmpadas incandescentes comuns serão retiradas do mercado paulatinamente até o ano dos Jogos Olímpicos.

A medida, publicada no Diário Oficial da União, pretende diminuir o consumo desnecessário de energia, provocado pelas tradicionais lâmpadas amarelas, por opções mais econômicas no mercado.

Porém, a lâmpada incandescente ainda representa 80% da iluminação das casas brasileiras. O mercado brasileiro consome atualmente cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes e 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas. Com a substituição total por lâmpadas fluorescentes, a estimativa é que o país economize 10 terawatts por hora até 2030.

Segundo técnicos do Ministério de Minas e Energia. De 30 de junho de 2012 até 30 de junho de 2016 - a não ser que surja uma nova tecnologia que permita às lâmpadas incandescentes se tornarem mais eficientes - esse tipo de produto será banido do mercado.

A medida segue uma conclusão lógica “Tecnologias já consolidadas, como as lâmpadas fluorescentes compactas, podem fornecer quantidade maior de luz com um custo energético muito inferior à tecnologia incandescente”.





Reduzir o consumo de energia de forma inteligente é sem dúvida uma medida interessante para o consumidor e para o meio ambiente. Porém, não podemos nos esquecer que as lâmpadas fluorescentes são mais difíceis de reciclar, e que o descarte incorreto desse material pode prejudicar ainda mais a natureza. A solução só será realmente eficiente se vier acompanhada de pesquisas que facilitem a reciclagem desse produto.

 

fontes: Yahoo!


10 de janeiro de 2011