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Lixo eletrônico: um risco para todos nós


 

Celulares, computadores, DVDs, câmeras fotográficas, televisores, impressoras... conseguimos
viver sem eles hoje? Essas maravilhas tecnológicas já conquistaram nossos corações, pois nos
conectam com o mundo, com nossos amigos e familiares, nos divertem, guardam lembranças.
Ou seja, facilitam muito a nossa vida.
 
Quando funcionam, são ótimos! Mas, e quando pifam ou se tornam obsoletos? Hoje,
infelizmente, a maioria desses aparelhos vai para o lixo comum, e prejudicam o meio ambiente.
 
O tamanho do problema
 
O novo tablet, o celular mais moderno e a tevê com alta definição surgem a cada instante. E a
rapidez com que a tecnologia avança contribui para a geração descontrolada de lixo eletrônico.
 
O Brasil é líder, entre os países emergentes, na geração de lixo eletrônico por habitante,
conforme aponta o Recycling – From e-waste to resources (Reciclando – Do lixo eletrônico aos
recursos), relatório produzido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
 
Só para ter uma ideia, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), o
Brasil já possui mais de 250 milhões de linhas de celular ativas. Como a população brasileira é
de 196 milhões de pessoas, isso significa que o país tem quase 1,3 celular por habitante.
 
O tempo médio de uso de um aparelho celular no Brasil é inferior a dois anos. Isso significa
que o tempo todo milhares de aparelhos celulares vão parar no lixo. E é aí que começa o
problema.
 
O que fazer com seu eletroeletrônico antigo?
 
Quando você precisar ou quiser se desfazer de qualquer produto eletroeletrônico que não
funciona mais ou está obsoleto, a melhor opção é sempre ligar para o Serviço de Atendimento
ao Consumidor (SAC) do fabricante e perguntar o que você deve fazer com ele. Os fabricantes
têm obrigação de disponibilizar para a população opções de descarte correto desses
aparelhos, por meio de recicladoras certificadas.
 
Já no caso dos celulares, baterias e acessórios dos aparelhos, é possível também descartá-los
nos pontos de coleta das operadoras, como os do Claro Recicla, disponíveis em mais de 2.000
lojas da Claro em todo o Brasil.
 
O que não é considerada uma atitude cidadã é jogar seu celular, bateria ou qualquer outro
eletroeletrônico no lixo comum. Os componentes desses aparelhos contêm substâncias tóxicas
que podem contaminar o meio ambiente.
 
Conheça o projeto Claro Recicla.


17 de maio de 2012