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Estudo sugere que mal de Alzheimer pode ser agravado por pesticida


Banido nos Estados Unidos em 1972, mas ainda usado em outros países do mundo, o pestIcida DDT é considerado pelas  autoridades sanitárias como uma importante ferramenta no combate à malária. Porém, um estudo publicado nesta segunda-feira sugere que o mal de Alzheimer pode estar diretamente ligado ao uso do pesticida, depois da descoberta de que idosos que sofrem da doença podem ter níveis mais elevados que idosos saudáveis de um produto químico, subproduto do DDT.
 
Os cientistas descobriram que o DDE, metabólito persistente do DDT, apareceu em concentrações quatro vezes maiores em pacientes com Alzheimer do que em seus pares saudáveis. Ter níveis altos de DDE também aumenta em quatro vezes o risco de desenvolver o mal, segundo o estudo que comparou 86 pacientes com Alzheimer a 79 pessoas em idade avançada. A pesquisa foi realizada por cientistas do estado do Texas e publicada no periódico Neurology, do Jornal da Associação Médica Americana (JAMA).
 
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28 de janeiro de 2014