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Cooperativas se baseiam na ideia de economia solidária


 

Trabalho baseado na valorização do ser humano. Essa é a ideia  da economia solidária, que vai desde a divisão de lucros ao envolvimento coletivo dos trabalhadores. No município de Itajaí, Santa Catarina, a Prefeitura, em parceria com a Universidade do Vale do Itajaí, iniciou um projeto de zerar a taxa de lixo no carnê do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Trata-se de uma proposta para o cidadão, que se aceita, automaticamente o mesmo fica responsável em separar o lixo orgânico do reciclável. Todo material acumulado é levado pelo caminhão até o  balcão da Cooperativa dos Coletores de Material Reciclável da Foz do Rio Itajaí (Cooperfoz).  O projeto funciona desde 2001 e gera renda para toda a cooperativa.
 
Segundo o presidente da Cooperfoz, Jonatas de Souza, a economia solidária é um meio diferente de fazer economia.  "Não existe um patrão, dividimos semanalmente o lucro com os cooperados. Não pensamos em trabalhar 15 horas seguidas, é um grupo que se entende, tem a atenção necessária e divisão igual de trabalho” - diz Souza.
 
De acordo com a Cooperfoz, o material da coleta seletiva da cidade inteira que chega até a cooperativa diariamente é organizado e vendido para empresas do estado de São Paulo. 
 
Outro lugar que a preocupação ambiental se faz presente é na Paraíba. Através da Coopnatural, o trabalho de plantio do algodão, tecelagem e a confecção do produto final é feito de forma orgânica. Além disso, a cooperativa organiza as vendas e as outras etapas da confecção de um novo produto. 
 
Na cooperativa só trabalham 12 pessoas e mais  29 associados que representam mais de 50 agricultores e grupos de artesãos, segundo a  presidente da Coopnatural, Maysa Gadelha.  “O preço das vendas é negociado diretamente com os artesãos, fazemos o contato direto com eles, de forma justa” - afirma a presidente.
 
Fonte:


14 de maio de 2012