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Candidatos à prefeitura do Rio: Rodrigo Maia e Otavio Leite


As questões de sustentabilidade urbana não são mais apenas uma cobrança do eleitorado, novas normas e medidas legais prevêem mudanças fundamentais na administração das cidades. No Rio de Janeiro, com a confirmação das Olimpíadas de 2016, essas medidas ganharam caráter de urgência e um lugar de destaque no discurso dos candidatos a prefeitura.

Para se adequar a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, o candidato do DEM à Prefeitura do Rio de Janeiro, Rodrigo Maia, incluiu em seu plano de governo a criação de uma diretoria que pode funcionar como uma agência reguladora para fiscalizar, incentivar e organizar as entidades que atuam no setor de limpeza urbana, reciclagem e cooperativas de catadores. Em debate da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas), Rodrigo Maia apresentou suas propostas e destacou que um dos seus principais objetivos como prefeito será melhorar a coleta seletiva na cidade do Rio de Janeiro.

Para Rodrigo Maia, é preciso modernizar estruturas como a da Comlurb, que já foi bastante eficiente, para que a empresa possa atuar dentro das comunidades em parceria com os moradores e cooperativas de catadores.

Otavio Leite, candidato do PSDB, enquanto deputado, levou a câmara o Projeto de Lei 2900/11, que pretende a implementação de um novo indicador do produto interno bruto, o PIB Verde.

De acordo com o projeto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo do PIB nacional, passaria a divulgar anualmente também o PIB Verde. O que significa que, além dos critérios e dados econômicos e sociais tradicionalmente utilizados, se incluiria o patrimônio ecológico nacional. Com isso, o PIB passaria a ser um indicador conjunto dos processos econômicos, da sustentabilidade ambiental e também de bem-estar da sociedade.
 

O modelo de PIB Verde em discussão no Brasil tem como referência o que aconteceu na China. Em 2004, o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, anunciou o uso do PIB Verde como um indicador econômico. E o primeiro relatório foi publicado dois anos depois, tendo como referência o nível de desenvolvimento econômico sob o viés ambiental.

 


16 de agosto de 2012