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A importância da energia limpa


 *Ronald Leptich

 

Recentemente, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou um financiamento de R$ 297,4 milhões com o objetivo de instalar cinco parques eólicos, onde se gera energia pela utilização da força dos ventos, no Estado da Bahia. A medida segue uma tendência que começou no âmbito privado e agora se estende para as políticas públicas: investimentos concretos em busca da sustentabilidade.

 

De acordo com o Instituto Alemão de Energia Eólica, até 2012 as instalações dessa forma de geração de eletricidade devem praticamente triplicar no mundo todo, o que exemplifica a importância que as tecnologias limpas estão ganhando. Além disso, também podemos notar que a alocação de recursos para a criação de produtos com baixa agressão ao meio ambiente está em pauta e como estamos todos buscando soluções práticas para fazer o melhor aproveitamento possível dos elementos naturais.

 

Da fonte ao fornecimento de luz

 

A preocupação ambiental se reflete claramente no mercado da iluminação, de projetos a produtos. Um bom exemplo é a linha de lâmpadas economizadoras, cuja evolução nos últimos anos possibilitou o desenvolvimento de soluções cada vez mais eficientes, com taxa de economia de até 80% em relação às opções tradicionais. Estas tecnologias representam a possibilidade de obtermos alto potencial luminotécnico com baixo gasto energético.

 

Para se ter uma ideia, a simples substituição de modelos diferentes de lâmpadas fluorescentes em uma residência ou indústria pode refletir uma economia de energia que faz com que o retorno de investimento para a aquisição dos produtos mais novos seja alcançado em menos de um ano. Ou seja, apenas o que vai ser economizado, com a conta de energia e a manutenção, faz com que as reformas sejam interessantes. Para o meio-ambiente, a troca de tecnologias representa, ainda, uma considerável diminuição do volume de material descartado.

 

Também vale dizer que as tecnologias verdes emitem pouco gás carbônico na atmosfera. Hoje, há modelos de lâmpadas halógenas que, ligadas cinco horas por dia durante um ano, evitam a emissão de 20 quilos de CO2 quando se pensa no mesmo período de uso de uma incandescente. Isso equivale ao que uma árvore pode absorver neste intervalo e é exatamente o volume gerado por um carro 1.0 ao percorrer 150 km.

 

Quando paramos para fazer contas como essa, notamos o quanto investir em tecnologias com foco na sustentabilidade é importante, não apenas para o meio-ambiente, mas também para a saúde financeira e a geração de melhores condições para as próximas gerações. Apostar em alternativas de energia limpa se mostra cada vez mais interessante, principalmente para o bem-estar da humanidade.

 

Ronald Leptich é gerente de Produto da OSRAM, empresa que atua há 17 anos. É formado em Engenharia Elétrica e possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Hoje, atua no segmento de Iluminação Profissional.

 

A OSRAM é parceira do Green Nation na busca por um mundo mais sustentável.


25 de outubro de 2011